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Centro Cultural da UFMG explora diversas áreas do conhecimento






Incentivar o público a criar, desenvolver e também divulgar a produção cultural da capital. Esses são os objetivos do Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que utiliza o espaço da avenida Santos Dumont, 174, Centro, para o desenvolvimento de atividades de estudo, pesquisa e lazer na capital mineira. O local enfatiza a variedade de culturas que existem no hipercentro da cidade.

Sempre com entrada gratuita, o Centro Cultural da UFMG explora as mais diversas áreas do conhecimento e abre o espaço para apresentações musicais, peças teatrais, cursos, recitais, seminários, oficinas, reuniões, exposições e exibições de filmes, entre outras atividades. “Aqui é possível acontecer diálogos entre culturas e linguagens diferentes. E não só de projetos criados ou pensados dentro da universidade, mas projetos da comunidade me geral”, explica a diretora do centro cultural, Maria Inês de Almeida.

Ainda segundo a diretora, o desafio da administração é aproximar a população e, principalmente, os comerciantes da região, para dentro do centro cultural, mas não como expectadores, mas como produtores de artes em geral. “A minha missão é trazer para o centro as mais diversas artes e grupos da sociedade. Além de fazer com que esse lugar seja apropriado para estabelecer diálogos e que eles sintam a universidade mais perto deles”, disse Maria Inês.

Palco de atividades culturais, o Centro Cultural da UFMG já recebeu diversas apresentações de grandes eventos da capital, como peças do Festival Estudantil de Teatro (Feto), da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, do Verão Arte Contemporânea (VAC), do Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua (FIT-BH), do Fest’AfroBrasil e do Festival da Arte Negra (FAN), além de exposições, bailes de carnaval e comemorações como as voltadas para o Dia da Visibilidade de Travestis e Transexuais.

Atividades permanentes


Museu Vivo Memória Gráfica

Inaugurado em agosto de 2011, tem como objetivo a preservação da história da tipografia e promover atividades de pesquisa em extensão. A ideia é que o próprio acervo do museu seja utilizado para práticas e tradições que constituem o universo das artes do livro, como caligrafia, tipografia, gravura, edição, ilustração, design e encadernações.
Bolsista do Museu Vivo Memória Gráfica, Ana Paula Garcia Costa conta que o museu promove atividades direcionados tanto para os alunos da universidade quanto para os frequentadores do centro cultural. “São oferecidas oficinas de encadernação, marmorização, edição e manuseio. Além de cursos e palestras, o local promove uma exposição semestral, o Gabinete do Livro”, explicou.



Inclusão digital

O Centro Cultural da UFMG abriga um espaço para o desenvolvimento do projeto inclusão digital por meio do uso de tecnologias avançadas. Quem aprova a ideia de se conectar com o mundo virtual é o balconista Ednaldo da Silva Filho. “É uma excelente oportunidade de acesso à internet gratuitamente e o que é melhor, é aberto ao público”.

Projeto Leitura

Com o objetivo de oferecer e promover o acesso à informação e pesquisa, o projeto Leitura disponibiliza jornais, revistas de circulação local, regional e nacional e outras publicações.

História

Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha) e pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte (CDPCM-BH), o Centro Cultural UFMG foi um dos primeiros edifícios construídos na primeira década do século passado, quando a cidade apenas começava a se urbanizar. Um enorme investimento foi feito para a construção de um grande hotel, mas a obra não chegou a se concretizar. Em 1906, o Governo do Estado de Minas Gerais adquiriu a construção para abrigar o quartel do 2º Batalhão de Brigada Policial.

Até 1911, o edifício sofreu várias modificações e passou a abrigar também a Junta Comercial e órgãos do Ministério da Guerra. No mesmo ano, o edifício passou a ser sede da Escola Livre de Engenharia da UFMG. Somente em 1986, a universidade criou o Centro Cultural UFMG e, após três anos de obras, o prédio foi reinaugurado em 22 de abril de 1989.



Estrutura


Atualmente, o Centro Cultural da UFMG possui em seus dois andares sete salas multiuso, um auditório com capacidade para receber 140 pessoas, cinco salas para abrigar eventos e três grandes salas destinados às exposições.

Funcionamento

O Centro Cultural da UFMG fica na avenida Santos Dumont, 174, Centro. O local fica aberto de segunda a sexta-feira, das 10h às 21h e, aos sábados e domingos, das 10h às 18h. Os frequentadores podem conferir a programação das atividades no site
www.ufmg.br/centrocultura.

Postado por Jorge Espeschit em 12/11/2012

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