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Trabalho e Desenvolvimento Econômico

Fashion City começa a receber lojas em 2015



Com 30% das obras concluídas, o Fashion City Brasil (FCTY), maior complexo atacadista de moda da América Latina, começa a dar cara nova a Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde o centro de compras está sendo construído. 

A imponência da obra confirma a pretensão do presidente do empreendimento, Gilson Brito Júnior: reposicionar a cadeia nacional de moda e incluir Minas Gerais no calendário business do Brasil. 
 
“Belo Horizonte já é reconhecida como um lugar que faz moda, mas não é conhecida como um lugar onde se fazem bons negócios. Então, a gente quer, além de estar no mapa mental do consumidor, estar no mapa físico da agenda de visitas dele”, diz.
 
Entusiasmado com a empreitada e atento à movimentação das máquinas, que trabalham na terraplanagem, drenagem, fundação e estacamento, Brito Júnior não esconde a ansiedade para ver o shopping em operação – e faturando. Nesta semana, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) libera a terceira parcela (R$ 10 milhões) do financiamento de R$ 50 milhões. 
 
Ao todo, serão investidos R$ 240 milhões no local, sendo metade de responsabilidade da iniciativa privada. A previsão é que, até janeiro do ano que vem, os trabalhos externos sejam concluídos para darem lugar à fase de implantação das lojas.
 
 

Flexibilização

 
Inicialmente, a proposta era comportar 550 lojas do setor têxtil brasileiro no FCTY, mas, agora, a planta já contempla unidades menores (com menos de 32 metros quadrados) de bolsas, calçados e acessórios, como joias e bijuterias.
 
“Outra adequação que estamos fazendo: Minas é muito forte em pedidos (produtos sob encomenda) e isso aqui é um equipamento para pronta entrega. Mas eu costumo dizer que um empreendimento é um bicho vivo, você tem que reagir à medida que o mercado vai sinalizando. Então, vamos criar uma área para pedidos”, afirma o presidente do complexo.
 
 

Diferencial

 

 

De acordo com ele, o Fashion City vai destacar-se pelo perfil de público que pretende atingir, o chamado cliente qualificado, aquele já especializado, sobrevivente ao primeiro ano de funcionamento do negócio (período em que são registrados os maiores índices de quebra).
 
Hoje, mais de um terço das lojas já estão reservadas e 12% com contratos assinados. Em média, o lojista deverá pagar R$ 100 pelo aluguel do metro quadrado. Mensalmente, são esperados entre 25 mil e 30 mil visitantes, dos quais 15 mil deverão ser compradores efetivos, movimentando cerca de R$ 1 bilhão por ano.
 
“O Fashion vai entrar com duas novidades: ele vai ser a primeira alternativa a São Paulo, tornando-se um polo nacional, porque vamos trazer clientes do Brasil todo, e, o mais importante, ele vai ter uma mostra da moda brasileira de todas as regiões”, diz Brito Júnior. 
 
Iêva Tatiana - Jornal Hoje em Dia

Postado por Jorge Espeschit em 17/06/2014

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