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Belo Horizonte, a segunda melhor cidade para se negociar no Brasil



      Belo Horizonte foi considerada a oitava melhor cidade entre as metrópoles latino-americanas para se negociar. A capital mineira ocupa, no Brasil, o segundo lugar, ficando atrás apenas de São Paulo. A pesquisa foi publicada na nova edição do ranking das “Melhores Cidades para Negócios na América Latina”, da conceituada revista chilena América Economia.

       O ranking é desenvolvido a partir da coleta de informações de 60 grandes cidades da América Latina e sua organização a partir das principais dimensões que uma empresa considera ao escolher uma cidade. Entre as dimensões, estão o tamanho e o dinamismo econômico da cidade, a qualidade dos serviços corporativos, serviços pessoais, conectividade física, poder de marca da cidade, bem como o indicador de sustentabilidade. Estas dimensões são colocadas em um modelo matemático cujo resultado é o Índice de Competitividade Urbana, que busca sintetizar as variáveis que as empresas e os executivos observam na hora de se instalar em uma cidade para fazer negócios.

       De acordo com o secretário municipal de Planejamento, Orçamento e Informação, Helvécio Miranda Magalhães Júnior, o mais importante é continuar trabalhando para a melhoria da qualidade de vida na cidade e para a construção de um ambiente propício para os negócios, como é a determinação do prefeito Marcio Lacerda, baseado em um modelo de desenvolvimento sustentável, com fortes investimentos em mobilidade, infraestrutura e atração de investimentos. “Este esforço crescente para colocar Belo Horizonte no caminho definitivo da capital dos negócios está gerando resultados cada vez mais positivos. E com mais de 80% de sua arrecadação própria  ligada a segmentos de comércio e serviços temos grande potencial para aumentar as áreas de negócio, ainda mais com a implantação do BHTec, nosso parque tecnológico em parceria com a UFMG e o Governo do Estado, que fará a junção da produção de conhecimento com o desenvolvimento tecnológico e a produção de bens e serviços de alto valor agregado”, disse.

    Os índices avaliados para a confecção do ranking foram o Produto Interno Bruto (PIB), com variação de 7,08% entre 2007 e 2008;  a Liberdade para se Fazer Negócios com variação de 58,6%; Tamanho e Dinamismo Econômico com variação de 64,9%; Capital Humano, com 59%; Serviços Pessoais, com 53%; Serviços Corporativos com 52,5%; a Conectividade Física com variação positiva de 51,1% e sustentabilidade com 43,8%.

Postado por Jorge Espeschit em 30/07/2009

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