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Curso de Introdução aos Sistemas Agroflorestais Sucessionais

 

A ELA inicia suas atividades oficiais com o curso de "Introdução aos Sistemas Agroflorestais Sucessionais" que será facilitado pelo permacultor, agrofloresteiro e indigenista Gil Machel.

 

O curso será realizado durante os dias 3 e 4 de junho (sábado e domingo) em terreno localizado a rua Ocrisia, 02 no bairro City América em Pirituba a apenas 30 minutos do centro de São Paulo.

 

Gil  possui muita experiência prática e teórica relacionadas a agricultura Sintrópica e conduzirá o trabalho de implantação de um Sistema Agroflorestal Sucessional em uma área de aproximadamente 1000 metros quadrados. 

 

Conteúdo do curso:

– Tipos de agricultura

– Agroecologia e seus princípios

– Produção e manutenção de solos vivos: terra preta, húmus e micorrízas
– Agro é pop, agro é tudo! (ou não?)
– Agrofloresta e Sistemas Agroflorestais e Sucessionais
– Diferenças entre agricultura orgânica, agroecológica e sintrópica
– O que é a Agricultura Sintrópica de Ernst Götsch?
– Sintropia e entropia
– Princípios para uma agricultura sintrópica
– O princípio da sucessão natural e sua aplicação em sistemas humanos
– Compreensão sistêmica da ecologia
– Pensamento complexo em agricultura
– Sementes (seleção, plantio e quebras de dormência)
– Planejamento de um sistema agroflorestal sucessional
– Desenho e levantamento de canteiros agroflorestais
– Reconectando-se com a terra: implementando o sistema na prática
– Potencial produtivo/comercial dos sistemas agroflorestais em comparação com os convencionais

 

Investimento: R$200,00 por pessoa (com alimentação orgânica)
Vagas limitadas, apenas 20 participantes.

 

Para os participantes que vierem de longe, teremos espaço para receber 5 pessoas em alojamentos e área de camping para 3 barracas.

 

Interessados por favor encaminhem e-mail para : escolalivredeartes@gmail.com

 

Sobre o facilitador:

Membro do coletivo PermaSampa, Gil Machel participa da formação de Designers em Permacultura (PDCs) da Casa da Cidade e ministra cursos de agrofloresta em contextos urbanos, rurais e improváveis. Engajado na causa indígena desde o nascimento por sua história familiar, atua diretamente com populações indígenas há mais de 10 anos, tendo vivido por 2 anos com os Kaiowá-Guarani em MS, onde apoiou um trabalho de resgate da agricultura ancestral e soberania alimentar na aldeia Panambizinho. Em São Paulo foi agente cultural da primeira edição do Programa Aldeias (2014), o qual buscava apoiar a luta do povo Guarani Mbyá da capital no reconhecimento do direito aos seus territórios tradicionais, colaborando para o fortalecimento da cultura material e imaterial da etnia nas aldeias de São Paulo. Em 2015 coordenou a oficina que implementou a primeira agrofloresta em espaço público da cidade de São Paulo, na Vila Itororó.

 

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