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COMPROMISSO 01 – EDUCAÇÃO

A evolução da sociedade humana tem dado reiteradas provas de que a educação é o mais importante e decisivo fator de mudança social e econômica. Já não há dúvida de que o conhecimento e tudo o que o cerca constituem ferramentas estratégicas que não podem ser dispensadas e que fazem a diferença frente às exigências da sociedade da informação do século 21. Investir na educação é, por isso, investir no que há de mais transformador numa comunidade ou num país. Estas considerações justificam o empenho que o Brasil precisa fazer para conquistar padrões de educação compatíveis com as potencialidades do país e as exigências de seus cidadãos.

O Brasil está, nas últimas décadas, tentando honrar uma dívida social e educacional histórica. Algumas conquistas já foram obtidas, como a da universalização do ensino básico. Mas ainda é alto o analfabetismo na população, a qualidade do ensino é freqüentemente precária e o Ensino Médio está longe de ser ofertado a toda a sociedade. A formação de professores e as condições das escolas nem sempre estão à altura das exigências e das necessidades.

As dificuldades em atender aos investimentos que a educação exige são o reflexo da incapacidade que o setor público tem, em suas três esferas, de cumprir integralmente o que a Constituição de 1988 estabeleceu como “direito de todos e dever do Estado”, o ensino público, gratuito e de qualidade. Municípios e Estados, premidos por outras prioridades ou por prioridades historicamente equivocadas, acabam por se descuidar do desafio da educação.

Os indicadores que avaliam o ensino formal indicam uma triste realidade. Segundo o Sistema de Avaliação da Educação Básica, apenas dois de cada 10 alunos da 8ª série do Ensino Fundamental aprendem conteúdos adequados de língua portuguesa e somente um em 10 conquistam as competências necessárias em matemática.

São muitos os motivos para preocupação na área educacional. O mais grave, porém, é o que está por trás dos indicadores. Não dominar a língua escrita é um obstáculo intransponível para o exercício da cidadania. Numa sociedade fundamentada em sinais gráficos, quem não lê fica alijado de oportunidades ou dependente de outras pessoas até mesmo para ações simples do cotidiano, como pegar um ônibus ou ler uma bula de remédio. Esta deficiência se potencializa na hora de disputar uma vaga no mercado de trabalho.

Nosso desafio é enorme e a tarefa não é simples, mas nosso mandato assume o compromisso de articular e mobilizar pessoas que questionem, queiram debater e propor ideias e ações que, desde a primeira infância, possibilitem que todo cidadão mineiro tenha acesso à uma educação de qualidade.

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